segunda-feira, 16 de julho de 2012

ÚNICAS


Esta noite,
volto a deixar a luz acesa

Para ter a certeza de que me vês
Que me olhas nos olhos
E não me expulsas dos teus sonhos

Ainda te vejo nos meus
Ainda te sinto no deleite da alma,
no êxtase do corpo

Vejo-me nua no desejo saciado
do teu corpo

Se te magoei...
Magoei-me ainda mais....
Ao despedaçar todas as palavras
que se tornaram únicas em nós.......



FOTO DE EVENLY LANKIN “COVERING THE BODY”

6 comentários:

Sofá Amarelo disse...

As palavras nunca são despedaçadas quando se tornam únicas, no êxtase da noite e no deleite dos sonhos. Pode até a luz estar apagada mas os olhos nunca deixarão de ver o desejo saciado...

LOURO disse...

Olá Marta!

Linda postagem!!! Com um poema sublime...Parabéns!!!

Beijinhos de carinho e amizade.
Lourenço

Daniel Costa disse...

Mata

A lua acesa, para ter a certeza que os sentidos não enganam, sabemos usar a razão.
Beijos

tecas disse...

Sensual e único! Sublinho:«Ainda te vejo nos meus
Ainda te sinto no deleite da alma,
no êxtase do corpo».
Divinal desejo de (in)certeza. Adorei.
Beijinho e uma flor.

Nilson Barcelli disse...

A luz deve ficar sempre acesa. Para acender os sonhos...
Belo poema, gostei imenso.
Marta, minha querida amiga, tem um óptimo fim de semana.
Beijo.

... a cada instante ... disse...

Porque os sonhos são feitos de luz, porque os corpos são de calor.

Gostei muito deste poema.
Abraço.