sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

TRANQUILA



Ah, Bach...

Vagueio por caminhos invisíveis.... Flutuo...

Esqueço-me...

Sou um poema que se escreve na escarpa... 

Uma águia solitária que sobrevoa o penhasco...

O mar que dança na areia da praia...

Sou tudo... Sou nada...

Estou tranquila...

3 comentários:

Sofá Amarelo disse...

Bach... Bach... ouvi-o com os fones porque a maior parte das pessoas são intranquilas e não admitem que se ouça Bach... ou outros clássicos... ouvi Bach, quero voltar a ouvir num mar de tranquilidade...

heretico disse...

ascese perfeita - ser tudo, sendo nada!

beijo

Graça Pires disse...

E Bach inspirou-a neste belo poema...
Um beijo, Marta.