segunda-feira, 13 de agosto de 2012

LIMITES






TELA DE OMAR ORTIZ

Diz-me 
quem sou
Quando entro no teu Mundo


Diz-me
o que sentes
Quando me liberto nas tuas palavras

Diz-me
o que procuras
Nas tuas propostas indecentes

Ou não digas nada

Não preciso

Não há limites 
nas palavras com que nos beijamos


5 comentários:

LUZ disse...

Olá Marta,

SEM COMENTÁRIOS, apetecia dizer-lhe, mas não consigo calar-me.
Acho ue fiquei sem palavras, que possam classificar (não sei se os poemas se podemm classificar) o que escreveu.
Um dia há de acontecer.

Beijos da Luz.

Sofá Amarelo disse...

O melhor mesmo é não dizer nada, e deixar que os beijos sem palavras fluam nos limites das propostas libertas de palavras!

Secreta disse...

Das vezes em que as palavras são completamente desnecessárias...
Beijito.

Até breve.

© Piedade Araújo Sol disse...

há momentos em que as palavras são completamente desnecessárias.

sensual...

beij

Daniel Costa disse...

Marta

Sentir, sem limites, será a melhor opção. Deixemos deixemos que fale a voz do coração,
Beijos