O Júnior também abre a boca de espanto, apressa-se a comer o arroz de frango e o Bernardo volta a sentar-se. A Mãe pergunta à Matilde qualquer coisa sobre o trabalho, vejo a minha cunhada transformar-se, anima-se, os olhos brilham enquanto descreve as cores, as texturas que escolheu para decorar a casa. Há muitos oh's e ah's por parte da Mãe, não digas? É isso que se está a usar? questiona, é que estou a pensar em redecorar o quarto da Leonor, preciso de dicas, continua. Redecorar o meu quarto? É a primeira vez que ouço falar nisso, tem que ser um quarto digno de uma Rainha, interrompo, que disparate! diz a Mãe, vai ser um quarto muito simples, porque vais ser responsável pela limpeza, arrumar a roupa, os livros.... O quê? Uma rainha não limpa o quarto, penso, mas devo ter deixado isso transparecer na minha cara, porque a Mãe e a Matilde riem-se. É tudo uma questão de reorganização, explica a Matilde, até pode ser divertido! Divertido??? repito, como é que limpar o pó ou o ch...
Comentários
Vento e lua
Minha mente além de aberta
Vem a ti, em muita festa
Porque agora eu em retorno
A carinhar quem tem divisões
E que nunca poesia detesta
Então Vinhais também a mim
E vamos dialogar a bessa
E assim nada de adoecer
Mas nunca dormir ao relento
Só se for na companhia minha
Lógico com o vento e a lua
Para iluminar e levar teu perfume
Onde as estrelas ciumentas vigiam
Ulisses Reis®
29/06/2011
Para Marta Vinhais
Ah, o tempo! Implacável sobre a vida. Não nos reconhecemos diante do espelho. Vivemos tais quais condenados. Queremos gritar até o fim!
Um Grande Abraço!
Nada conhecer do fim poderá ser crueldade, mas a beleza do poema está na sua profundidade.
Beijos
gosto!
beij
Bem profundo,gostei
Paulo Freire
Gostei muito destas tuas palavras.
Querida amiga Marta, tem um bom fim de semana.
Beijo.