O que eu confesso.
O que não tenho medo de admitir
Ter conhecido,
finalmente,
a paixão
e
o prazer.
Com a ternura
do 1º toque.
A surpresa,
o calor
do sentir a pele
contra a pele.
Apesar da timidez,
ao princípio.
Não sei ainda
se estou a
amar
o suficiente.
Entreguei-me
à paixão,
sim.
Pus de lado
a minha máscara
e
desatei os nós
do meu pensamento.
Creio, sim,
que
começo
a amar-te
o suficiente
Foto de Knut Hoftun Knudsen "Depths nº 2"
Textos protegidos pelo IGAC - Cópias, parciais ou totais, proibidas
Nota: Um novo ensaio poético a partir da mesma frase.



















